A Polícia Penal de São Paulo intensificou a utilização de cães farejadores em unidades prisionais da Região Central do estado, visando prevenir a entrada de materiais ilícitos. A ação integrada dos canis tem se mostrado crucial para a localização de drogas e aparelhos celulares, elevando a eficácia das operações e fortalecendo a segurança interna dos presídios.
O treinamento contínuo dos cães é apontado como um fator determinante para o sucesso das apreensões. Os animais são submetidos a exercícios específicos de detecção de odores, simulações de ocorrências e adaptação a diferentes ambientes, garantindo que estejam preparados para atuar em situações reais dentro das unidades prisionais. A Polícia Penal enfatiza que essas atividades são realizadas de forma sistemática para assegurar o alto desempenho dos cães.
Na Região Central, os canis desempenham um papel ativo e integrado nas operações de rotina e em ações especiais. Entre os cães que se destacam nesse trabalho estão Jess, da Penitenciária II do Complexo Penal de Guareí, Troy, da Penitenciária II do Complexo Penal de Itirapina, Ozzy e Shiva, da Penitenciária I de Sorocaba, e Thanos, da Penitenciária I do Complexo Penal de Capela do Alto.
Segundo a corporação, a presença de cães farejadores, conduzidos por policiais penais capacitados, é fundamental para a prevenção e a segurança nos estabelecimentos penais. A integração dos canis da Região Central demonstra a importância do investimento em treinamento constante e em equipes especializadas, consolidando a eficiência das ações da Polícia Penal no combate à entrada de materiais ilícitos nos presídios.
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