A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) consolidou nesta quinta-feira (11) a maioria pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no julgamento que analisa a chamada trama golpista. O desfecho ocorreu após a ministra Cármen Lúcia votar contra o ex-presidente, acompanhando os ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino.
Com o voto da ministra, o placar chegou a 3 a 1 pela condenação de Bolsonaro e de outros sete réus apontados como integrantes do Núcleo 1 do plano que visava manter o ex-presidente no poder, mesmo após a derrota nas urnas. O único a divergir até agora foi o ministro Luiz Fux, que defendeu a absolvição em uma manifestação que durou treze horas.
O posicionamento de Cármen Lúcia já era aguardado, uma vez que, em março, ao receber a denúncia, a magistrada fez duras críticas à tentativa de golpe. Seu voto nesta quinta-feira confirmou a expectativa da acusação e consolidou a maioria pela condenação.
Além de Bolsonaro, já há maioria formada para condenar dois de seus principais aliados: o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator do complô, e o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice na chapa bolsonarista de 2022.
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