O deputado estadual Dirceu Dalben (Cidadania) foi um dos parlamentares que votaram contra a cassação do mandato de Lucas Bove (PL) no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O processo foi aberto após denúncia de agressão feita pela ex-esposa de Bove, a influenciadora digital Cintia Chagas.
O pedido de quebra de decoro havia sido protocolado pela deputada estadual Mônica Seixas (PSol). Em reunião extraordinária realizada na última terça-feira (26/8), o Conselho de Ética decidiu, por seis votos a um, manter o mandato de Bove.
A sessão foi presidida pelo deputado Delegado Olim (PP) e contou com os votos de Oseias de Madureira (PSD), Carlos Cezar (PL), Dirceu Dalben (Cidadania), Eduardo Nóbrega (Podemos) e Rafael Saraiva (União Brasil), todos contrários à cassação. O único voto a favor foi o de Ediane Maria (PSol), única mulher presente e integrante da oposição.
A decisão de Dalben repercutiu de forma negativa, principalmente pela gravidade das acusações contra o colega. O parlamentar já vinha enfrentando desgaste político após uma série de derrotas eleitorais: recebeu pouco mais de 3 mil votos na disputa pela Prefeitura de Paulínia e viu seu filho não se reeleger em Sumaré.
Dalben também havia perdido parte do apoio de seu eleitorado conservador ao declarar apoio a um candidato do PT no segundo turno em Sumaré. Agora, sua participação na votação que manteve o mandato de Bove amplia a crise política em torno de seu nome.
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