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Juíza aponta “bons antecedentes” ao soltar Ralado e outros investigado da Operação Fallax

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Foto: Reprodução

A decisão que concedeu liberdade provisória a Thiago Branco de Azevedo, conhecido como “Ralado”, apontado como suposto operador ligado ao CV e à Fictor, teve como um dos fundamentos a ausência de antecedentes criminais e de violência nos fatos investigados.

Na decisão, a juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal de São Paulo, afirmou que não há elementos que sustentem a manutenção da prisão preventiva neste momento, destacando as características do caso e o perfil dos investigados.

“Assim, tratando-se de delito praticado sem violência ou grave ameaça, e não havendo apontamentos sobre antecedentes criminais, descumprimento de cautelares judiciais, ou indícios cometimento de crime após compromisso firmado perante o Poder Judiciário, reconsidero o decreto de prisão preventiva e entendo, por ora, como suficiente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, com fundamento na garantia da aplicação da lei penal”, disse Maria Isabel do Prado.

A decisão foi tomada na terça-feira (31) e resultou na liberação de 18 investigados, incluindo Thiago “Ralado”, Glaucia Juliana de Azevedo e cunhado Julio Ricado Iglesias Oriolo, que haviam se apresentado à Polícia Federal em Piracicaba dias antes.

Com a medida, os investigados passam a responder ao processo em liberdade, sujeitos ao cumprimento de condições impostas pela Justiça.

A Operação Fallax apura um suposto esquema de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro que teria causado prejuízos a instituições financeiras. As investigações continuam em andamento.

Ralado é apontado pelas investigações como um dos principais articuladores de um esquema de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro investigado na Operação Fallax. Segundo a Polícia Federal, ele atuaria na criação e utilização de empresas para movimentar valores obtidos de forma irregular, em um sistema que teria causado prejuízos milionários a instituições financeiras. As apurações também indicam a possível ligação do grupo com organizações criminosas e estruturas financeiras paralelas utilizadas para ocultar a origem dos recursos.


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