Como em outros anos, a presidente da Mocidade, Solange Cruz Bichara, permaneceu com terços em mãos ao longo da leitura das notas, junto ao Mestre Sombra, no sambódromo do Anhembi. A escola também foi campeã em 1971, 1972, 1973, 1980, 2004, 2007, 2009, 2012, 2013, 2014 e 2023. O desfile foi assinado pelo carnavalesco Jorge Silveira.
“É uma emoção muito grande em um ano muito difícil e com um concurso muito acirrando, em que todas escolas foram muito bem e a gente não sabia quem iria ganhar”, disse Solange à imprensa após a vitória. “A gente tem uma equipe fantástica”, continuou.
O resultado foi decidido no último quesito, Harmonia, quando Dragões da Real e Mocidade dividiam a liderança, com a pontuação máxima, com 210 pontos. O título foi celebrado por representantes da agremiação durante a apuração, no sambódromo do Anhembi.
O Vai-Vai segue como maior vencedor do carnaval paulistano, com 15 campeonatos. Após o retorno do acesso, chamou a atenção neste ano com um desfile dedicado ao hip hop e marcado por críticas sociais. De volta à elite após anos no acesso e uma das maiores vencedoras do carnaval paulistano, a tradicional Camisa Verde e Branco conseguiu permanecer no Grupo Especial.
Pela primeira vez em 30 anos, a apuração não teve as notas anunciadas por Antônio Pereira da Silva, o Zulu. A voz do carnaval paulistano se aposentou e foi substituída pela locutora Eloise Matos, na estreia de uma mulher nessa função.
As escolas foram avaliadas em nove quesitos, com quatro jurados para cada. O primeiro quesito a ser anunciado, a Evolução, já contou com diversas escolas com notas inferiores a 10, de modo que seis despontaram com pontuação máxima (Barroca Zona Sul, Dragões da Real, Mocidade Alegre, Acadêmicos do Tatuapé, Acadêmicos do Tucuruvi e Império de Casa Verde).
Chamou a atenção que o envelope não trazia a nota de uma jurada para a Império de Casa Verde. Desse modo, foi aplicada uma norma prevista no regulamento, a partir da média das demais avaliações: como tinha recebido duas notas 10 e uma 9,9, ficou com uma quarta nota 10, com 30 pontos ao total (dado que a menor é descartada).
A partir de Comissão de Frente, a disputa afunilou e seguiram em primeiro lugar, com 60 pontos: Dragões, Mocidade e Tatuapé. As três continuaram dividindo a liderança no quesito seguinte, Fantasia, com 90 pontos.
A partir de Enredo, a disputa afunilou, entre Dragões e Mocidade Ambas seguiram com nota máxima na apuração parcial após a leitura das notas de Samba-Enredo, com 150 pontos, mediante o descarte das menores notas de cada quesito.
Na sequência, foi a vez de Bateria, na qual ambas seguiram no topo, com um total de 180 pontos. O próximo quesito foi Alegoria, igualmente com as duas escolas na ponta e com notas máximas (após os descartes), com 210 pontos.
O penúltimo quesito foi de Mestre Sala e Porta Bandeira, na qual ambas seguiram dividindo a liderança, com 240 pontos. Por fim, ocorreu a leitura das notas de Harmonia.
Neste ano, os jurados acompanharam os desfiles de cabines, não mais nas torres. Também ocorreram algumas alterações nas normas de avaliação das notas. A apuração do Grupo de Acesso 1 começa às 18h, com o anúncio da campeã e vice-campeã, que desfilarão no grupo especial no próximo carnaval. O desfile das campeãs está marcado para o sábado, 17.
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