O arquiteto e urbanista Carlos Teixeira Sayão morreu na noite deste domingo (21), aos 83 anos, no Hospital São Luiz, em Campinas. A causa da morte não foi informada.
Sayão construiu uma trajetória profissional ligada à arquitetura e ao urbanismo, com atuação em Americana desde 1970. Ao longo de décadas, manteve escritório na Praça Santos Dumont, nº 22, no Jardim Santana, local onde recebeu diferentes personalidades da vida política, religiosa, artística e esportiva que passaram pela cidade. Além da atuação local, também prestou serviços profissionais em diversas cidades do país.
Nascido em São Paulo, teve a infância marcada por uma rotina típica de criança de classe média, com brincadeiras nas ruas e prática constante de atividades ao ar livre. Aos 12 anos, iniciou a vida esportiva no Clube Pinheiros, onde se dedicou à natação e aos saltos ornamentais. Ainda jovem, conquistou duas vezes o título de campeão brasileiro em competições promovidas pelo clube, na categoria de novos.
Na formação escolar, cursou o Jardim da Infância e o ensino primário na Escola Dante Alighieri, localizada na região da Avenida Paulista, próxima ao MASP. O ensino ginasial, da 5ª à 8ª série, foi realizado na Escola Estadual Fernão Dias Paes.
Carlos Teixeira Sayão deixa um legado profissional ligado à arquitetura e à contribuição urbanística em Americana e em outras cidades brasileiras.
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