Ele foi afastado das funções e está impedido de publicar em redes sociais pela Justiça. A operação se baseou em informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que identificou o suspeito em meio ao acompanhamento de grupos extremistas atuantes no Paraná.
As publicações faziam apologia ao nazismo, difundiam o antissemitismo e estimulavam o negacionismo do Holocausto. O nome do detido não foi divulgado pelas autoridades.
“Devido à constatação do risco potencial representado pelo professor, a Abin recorreu à Polícia Civil do Paraná, a quem repassou as informações indiciárias que basearam a investigação que conduziu à ação desta quinta-feira”, disse a agência, em nota.
Durante as buscas, os policiais apreenderam um celular e diversos pen-drives. As investigações, que já duravam dois meses até a apreensão do suspeito, seguem em andamento com a Polícia Civil.
A Abin também afirmou estar potencializando ações contra grupos extremistas atuantes no Brasil que estimulam recurso à violência contra grupos étnicos específicos, mulheres e minorias.
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