Eleição 2022

Bolsonaro defende escolha de ministros por critérios técnicos

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Foto: Reprodução/redes sociais
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Semana do consumidor

O candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira(18) a escolha da equipe de governo utilizando critérios técnicos, de acordo com a função de cada ministério. Segundo ele, foi isso o que fez nesse primeiro mandato na Presidência.

“Assim é um governo que quer realmente fazer com que seu país decole”, disse. “A escolha de pessoas técnicas não é fácil porque tem uma questão política muito grande, mas nos garante que nós podemos deixar de falar ‘país do futuro’ e falar ‘país do presente’”, completou.

Nesta quinta-feira, Bolsonaro esteve em São José dos Campos, no interior de São Paulo, para visitar o Parque Tecnológico da cidade, onde existem infraestruturas do governo federal, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Bolsonaro estava acompanhado do ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao governo de São Paulo, e do ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações Marcos Pontes (PL), candidato ao Senado por São Paulo. Entre outros, Bolsonaro citou os dois como escolhas técnicas do seu governo. “Eu sou o técnico, eles entram em campo. É assim que devemos trabalhar. Sempre dei liberdade total para os meus ministros”, disse. “Somente dessa forma nós pudemos atravessar momento difícil como uma pandemia [da covid-19], uma crise [econômica] e uma guerra [da Ucrânia]”, disse.

O candidato à reeleição falou ainda que não vai permitir a legalização de drogas no Brasil. “Nós sabemos que a liberação das drogas é uma desgraça para o país, não pretendo admitir isso”, disse.

Após o evento no Parque Tecnológico, o candidato pelo PL seguiu em comboio de motociclistas até a Arena Farma Conde para mais um ato de campanha com os candidatos locais.

À noite, durante a live semanal feita nas redes sociais, Jair Bolsonaro falou sobre o sistema de alertas que conheceu no centro de controle de desastres do Cemaden. “Tivemos um desastre há pouco mais de 10 anos em Petrópolis sem a participação do Cemaden. Morreram centenas de pessoas. Tivemos outro, no final do ano passado, já com a participação do Cemaden – com sinais de alerta – e, apesar de ter chovido muito mais do que há 10 anos, o número de vítimas foi 10 vezes menor”, informou.

Bolsonaro disse ainda que o Cemaden está estruturado em “praticamente todo o Brasil” com a capacidade de emitir avisos sobre catástrofes, chuvas, vendavais e demais eventos naturais que possam influenciar no cotidiano da população.


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