Ontem, dia 17 de janeiro de 2021, o Brasil iniciou a vacinação contra o coronavírus. O vírus que se instalou no país no início do ano passado foi tema de debates intensos e motivo de disputa quase que eleitoral entre o presidente, Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria.
Doria não é santo e nós sabemos disso. Faz politica sobre tudo. Isso é natural.
De olho na cadeira de presidente da república, o governador foi ao trabalho e garantiu a vacinação para todos os brasileiros. Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, não. Doria conseguiu uma parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac e trouxe para o país a CoronaVac, a única vacina disponível em solo brasileiro nesta primeira semana de vacinação.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), deu o aval para que o imunizante seja usado no país, aprovou por unanimidade, assim como a vacina de Oxford. A ciência passou de trator por cima do negacionismo de Bolsonaro – que chegou a dizer que não compraria as doses da vacina ‘chinesa’ – e seus apoiadores.
O crédito é do governador, não podemos negar isso. Pazuello e Bolsonaro são aqueles colegas de escola que esqueceram de fazer o trabalho e, no dia de entregar, pedem para colocar o nome para não ficar sem nota.
O ministério da Saúde requisitou todas as doses da vacina e iniciou nesta segunda-feira a distribuição para todos os estados. Junto, em cada frasco do imunizante está uma dose de esperança. Esperança para que o Brasil volte a ‘vida normal’ e caminhe para o progresso com saúde.
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