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Família diz que Clóvis não tinha histórico de agressões e acredita em fatalidade

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Foto: Reprodução

A família Clóvis Luis Padoveze afirma que o contabilista não tinha histórico de agressões e era uma pessoa calma. Clóvis morreu após levar uma facada da esposa na última terça-feira(7), no Residencial Furlan, em Santa Bárbara d’Oeste.

De acordo com familiares, Maria Aparecida Felippe Padoveze, de 64 anos , ‘tem sérios problemas psicológicos, toma medicamentos fortíssimos e já foi diagnosticada de bipolaridade pelo médico psiquiatra que trata dela há muitos anos’.

Ainda de acordo com a nota enviada ao Portal de Americana, a família declara que acredita na fatalidade. “Acreditamos que ocorreu discussão, como ela mesmo declarou para a polícia, e ela se defendeu com a faca que estava usando para comer. Ao que nos parece, a morte dele deve ter sido uma fatalidade”, trouxe o texto.

Maria foi pressa em flagrante e solta na quarta-feira(10), após passar por audiência de custódia. Ela acompanhará o processo em liberdade e se comprometeu a comparecer as audiências.

O CASO: Clóvis foi morreu após ser esfaqueado pela esposa na tarde de terça-feira. De acordo com o registro policial, Maria estava almoçando quando o esposo teria iniciado as agressões. Ela pegou uma faca que estava usando no almoço e desferiu um golpe contra o marido. Logo em seguida a mulher pediu socorro na vizinhança. Clóvis chegou a ser socorrido, mas morreu horas depois no Hospital Santa Bárbara.


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