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Rafael Macris também repassou dinheiro para posto da família na eleição para vereador

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Foto: Divulgação/Câmara
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Rafael Macris(PSDB), também repassou dinheiro de sua campanha para o posto da família, durante a eleição para vereador em Americana, em 2016. O posto recebeu R$22,5 mil em cheques da campanha do tucano que é presidente do diretório municipal do PSDB.

De acordo com o site de divulgação de contas do TSE(Tribunal Superior Eleitoral), Rafael, o caçula da família política, repassou 69 cheques para o Posto União de Limeira Ltda., que pertence ao irmão Cauê Macris (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Na eleição par deputado Estadual Cauê Macris repassou R$ 266 mil derivados de sua campanha. Já o pai, Vanderlei Macris, deputado federal, fez o repasse de R$ 615 mil em cheques para o posto.

O repasse de Rafael coloca em contradição a história contada por Cauê e Vanderlei para justificar a movimentação. Na semana passada, pai e filho deputados disseram que os repasses para o posto da família seriam para facilitar o pagamento de cabos eleitorais que trabalharam na campanha e que não possuíam conta bancária. Porém, a conta de Rafael fica na mesma cidade onde os cabos trabalharam para conseguir votos para o vereador.

Site do TSE mostra movimentações para o posto da família | Imagem: Reprodução/TSE

Questionado, Rafael disse através de sua assessoria que as denúncias são infundadas.

“Às vésperas da eleição à presidência da Alesp, denúncias infundadas surgem numa tentativa de imputar ilegalidade em atos julgados e aprovados pela Justiça Eleitoral. Trata-se de uma tentativa infantil de desestabilizar a candidatura de Cauê Macris.

As denúncias infundadas partem da assessoria do senador da República e presidente estadual do PSL Major Olímpio, conforme mensagem anexa.

As referidas movimentações foram declaradas e estão publicadas na internet de maneira transparente. Os descontos dos cheques foram feitos para agilizar o pagamento dos cabos eleitorais, conforme os recibos eleitorais assinados e declarados na campanha. Se houvesse ilegalidade na prática, os instrumentos de fiscalização não aprovariam as contas.”, trouxe a nota emitida pela assessoria.


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