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Cachorro que entrou em loja para aproveitar o ar é adotado e morre com doença grave

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Foto: Reprodução/Facebook
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O cachorro que circulava pelas ruas do centro de Americana e foi fotografado se refrescando dentro de uma loja com ar condicionado em janeiro, tinha tudo para ter um final feliz. Uma mulher que caminhava pela Avenida Brasil com sua filha no dia 28 de novembro de 2018, viu o animal que ainda não era ‘famoso’ e resolveu levar para casa na intenção de arrumar um lar para ele. Relembre a história neste link.

O animal ficou por alguns dias na casa de Kássia Silva, que fez o resgate e acabou se apegando ao animal. A mulher resolveu ficar com ele e batizou com o nome de ‘Doguito’. O cachorro iria fazer companhia pra outra cadela e quatro gatas.

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Nesse tempo, a foto do animal dentro de uma loja no centro da cidade, ganhou repercussão e foi compartilhada milhares de vezes. foi quando Kássia, percebeu que era o ‘Doguito’ nas fotos. Ao levar o cachorro para fazer exames e colocar as vacinas em dia, Doguito foi diagnosticado com a ‘doença do carrapato’. Prontamente a tutora começou o tratamento veterinário.

“No dia 30 de Janeiro chegando em casa notei a barriga dele pulando de longe, já peguei e levei no veterinário e um diagnóstico terrível que poderia ser Cinomose”, disse Kássia. Ela conta que fizeram os exames necessários. Por um período Doguito se alimentava sozinho, mas com o passar do tempo foi ficando debilitado, com as pernas tremulas e espasmos.

Doguito resistiu bravamente, estava sendo alimentado com seringa, soro com vitaminas e tratamento com ozônio. Na semana passada ele recebeu um dreno para alimentação. Além de não comer e beber, os rins do animal estavam paralisando e a tutora teve que optar pela eutanásia. Nesta segunda-feira(26), o sofrimento do Doguito chegou ao fim.

“O que mais dói na minha vida é que alguém poderia ter adotado ele bebezinho e dar a vida digna que eu queria dar, mas eu cheguei um pouco tarde. Eu quis muito dar uma vida digna para o nosso Doguito, mas ele ficou invisível por muito tempo pra tanta gente e não deu tempo de fazermos o nosso melhor”, conta Kássia.

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