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Piracicaba atinge marca histórica de 0% de ocupação UTI-Covid

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Foto: Rogerio Santana
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Ontam(29), Piracicaba atingiu a marca de 0% de ocupação de leitos UTI-Covid, tanto na rede pública quanto privada. O índice foi registrado em boletim pela Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), na tarde desta segunda-feira. De acordo a Vigilância Epidemiológica (VE), desde o primeiro paciente internado em UTI, essa é a primeira vez que o índice em ambas as redes chega a 0%. A taxa de ocupação de enfermaria-Covid também está baixa, com 5% na rede pública e 0% na rede privada.

“Esse é o índice que tanto esperamos nessa luta incansável contra a Covid-19. É motivo de muita alegria, pois sabemos o que um paciente internado em um leito de UTI-Covid significa para uma família inteira. Esse é um reflexo direto da nossa, também, incansável força-tarefa para vacinar todos os piracicabanos. Falta pouco”, afirma o prefeito Luciano Almeida.

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Com mais de 711 mil doses da vacina contra Covid-19 aplicadas, Piracicaba já vacinou 80,20% da população com a 2ª dose ou dose única. De acordo com o Vacinômetro do Governo do Estado, atualizado hoje, 29/11, às 15h, 328.060 pessoas já haviam tomado a 2ª dose ou dose única no município; 341.327 a 1ª dose e 41.251 a 3ª dose (dose adicional). Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Piracicaba tem 410.275 habitantes.

O secretário de Saúde, Filemon Silvano, lembra do trabalho intenso dos profissionais de saúde na linha de frente contra a Covid-19 nos hospitais, que dedicam-se desde o início da pandemia a salvar vidas. “Não podemos nos esquecer do trabalho desses profissionais, que estão cansados, mas jamais desistiram de lutar pela nossa população”, enfatiza Filemon.

“A vacinação é um ato de proteção coletiva e estamos vendo na prática os resultados. Com mais pessoas vacinadas, criamos barreiras de proteção e conseguimos diminuir a transmissão do vírus, assim como diminuir a probabilidade do desenvolvimento de quadros graves da doença e, em especial, a mortalidade”, explica Moisés Taglietta, diretor do Centro de Vigilância em Saúde.


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