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Após dizer que não compraria vacina ‘chinesa’, Bolsonaro diz que vacina é do Brasil

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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro fez seu primeiro pronunciamento na manhã desta segunda-feira(18), um dia após a aprovação para uso emergencial das vacinas contra a covid-19 no Brasil. Ontem, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), aprovou o uso da CoronaVac e da Oxford.

A CoronaVac, a única vacina disponível em solo brasileiro já foi rejeitada pelo presidente. No dia 21 de outubro de 2021, Bolsonaro disse que não compraria o imunizante. “A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população. Esse é o pensamento nosso. Tenho certeza que outras vacinas que estão em estudo poderão ser comprovadas cientificamente, não sei quando, pode durar anos”, disse na época.

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Hoje pela manhã, o presidente mudou o discurso e disse que a vacina, conseguida pelo governador de São Paulo, João Doria, ‘não é de nenhum governador’.

A Anvisa aprovou, não tem que discutir mais. Agora, havendo disponibilidade no mercado, a gente vai comprar e vai atrás de contrato que fizemos também que era para ter chegado a vacina aqui. Então, está liberada a aplicação no Brasil e a vacina é do Brasil. Não é de nenhum governador, não, é do Brasil”, afirmou Bolsonaro.

O Ministério da Saúde requisitou todas as vacinas produzidas pelo Instituto Butantan em parceria com a biofarmáceutica chinesa Sinovac. O imunizante CoronaVac será usado em toda país e a vacinação começa nesta segunda-feira.

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